03/11/2009

Jornal GESTAR II - AMOSTRA

Abaixo, uma amostra de textos produzidos pelos Cursistas associando o vídeo "Quem mexeu no meu queijo?" ao GESTAR.

Torta Fofa
Ingredientes:

1 kg de otimismo
1 kg de esforço
1/2 kg de curiosidade
1/2 kg de coragem
Material didático
Apoio pedagógico
Encontros do Gestar II
1 l amor.

Modo de preparo:

Numa sala de aula, junte o otimismo, o esforço e a coragem e passe em uma peneira para retirar os resíduos de medo e comodismo. Em seguida, acrescente a curiosidade, a paciência e 01 litro de amor. Leve ao forno.
Recheie com encontros do Gestar II, material didático (TP's e AAA's) e algumas pitadas de apoio pedagógico.

Rendimento:

Aulas mais dinâmicas e produtivas.

Queijo...
Queijo meu!

Onde está o meu queijo?
Quem comeu o meu queijo?
Para onde foram os duendes?
Por que te confundes?

Como tu, ratinho, sempre a buscar
Aprendizagem a acrescentar
E aos educadores espelhar
Com os nossos educandos somar.

Enfrentamos labirintos no Gestar
Com expectativas de pós-graduar
E jamais acomodar.

Queijo, queijo meu, existe
ratinho mais otimista do que eu?

Receita do Queigestar

Ingredientes:

08 litros de compromisso
01 colher de persistência
03 colheres de entusisamo
01 pitada de mudança
01 pitada de consciência

Modo de fazer:

Coloque os oito litros de compromisso em um recipiente, acrescente a colher de persistência. Deixe de repouso por 12 horas. Após o repouso, coloque uma pitada de mudança e, com entusiasmo e consciência, esprema tudo. Coloque numa forma para atingir os objetivos.
Sirva à vontade, para todos que desejam mudanças.


O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO!

Quando...

É jovem, não tem experiência.

É velho, está superado.

Não tem automóvel, é um coitado.

Tem automóvel, chora de "barriga cheia".

Fala em voz alta, vive gritando.

Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta ao Colégio, é um "Caxias".

Precisa faltar, é "turista".

Conversa com os outros professores,

Está "malhando" os alunos.

Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.

Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.

Não brinca com a turma, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.

Não chama a atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.

A prova é curta, tira as chances do aluno.

Escreve muito, não explica.

Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.

Fala a "língua" do aluno,

Não tem vocabulário.

Exige, é rude.

Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.

O aluno é aprovado, deu "mole".

É, professor está sempre errado, mas se

Você conseguiu ler até aqui, agradeça a ELE!

(desconheço autor)



01/11/2009

Oficinas 1 e 2 - TP1 - Unidades 1 e 2 / 3 e 4

Retomamos o horário de início das Oficinas para as 8h, uma vez que muitos trabalham em outras regiões e dependem de ônibus.

Fiz atendimentos individuais no início do dia, orientando sobre o Projeto e recebendo os relatórios da Oficina anterior, indo às carteiras e perguntando aos presentes se estavam com alguma dificuldade ou se necessitavam de algum esclarecimento.Foi muito bom esse contato corpo-a-corpo, principalmente para os que ainda têm atividades em atraso. Tranqüilizei-os mostrando sobre a dificuldade que todos nós enfrentamos nesse final de etapa, mas que não podemos perder de vista o compromisso em realizar as atividades com os alunos, Percebi que eles se sentiram mais aliviados em falar o que estava acontecendo e se comprometeram em colocar as atividades em dia. Recebi ainda duas lindas caixas confeccionadas pela Cursista Márcia, presenteando-me pelo “Dia do professor”, com uma delas repleta de chocolates. Hummmmm!!!!!!!!!!

Em vista de problemas com o data-show, fizemos alterações na ordem de execução do planejamento. Iniciamos a Oficina dando as boas vindas aos Cursistas e parabenizando-os pelo “Dia do Professor”. Após, solicitei a eles que fizessem equipes para realizamos a dinâmica da F O F A (Forças – Oportunidades – Fraquezas – Ameaças) fazendo uma lista considerando o que é comum ao grupo, através de um trabalho coletivo, inclusive a forma de abordar a atividade. Como um apanhado geral, assim relataram:

FORÇAS – União do grupo de Letras, Formação continuada, Pós-graduação, Planejamento de aulas, inovação, material do GESTAR será integralmente trabalhado em 2010.

OPORTUNIDADES – Aprender a aprender, Construção de habilidades, Gestar norteando como fazer atividades.

FRAQUEZAS – Professores incrédulos, insatisfeitos, falta força de vontade algumas vezes, cansaço, adequação do tempo (tempo insuficiente para aplicar tudo que o material sugere, uma vez que tudo é muito bom.

AMEAÇAS – Sobrecarga de trabalho, Falta de apoio estrutural, pedagógico (dentro de algumas escolas), Ausência de reprodução de material para os alunos (cópias).

Dando continuidade à Oficina e ainda sem resolver o problema do data-show, solicitei aos Cursistas que aproveitassem o momento e relatassem quais atividades conseguiram realizar com os alunos, lembrando sempre a forma usual língua padrão. Foram trabalhados os dialetos, idioletos através do vídeo: ‘Língua brasileira”, crônicas e um outro vídeo denominado “A decadência do Romantismo” (dialetos da época). Após, foi solicitado aos alunos produção de textos contendo as mais diversas gírias. “Foi um trabalho muito interessante”, relatou a professora Márcia, inclusive finalizando a atividade com a produção de texto e um teatro contendo gírias do próprio grupo. A referida professora trabalhou também a intertextualidade, através de atividades do livro “Tudo é linguagem”. A professora Ivanete realizou uma atividade do AAA1 – p.33 – a propaganda – Foi feito um trabalho de comparação de propagandas mais antigas a outras mais atuais. Os alunos, a partir disso, fizeram desenhos, criaram os textos. Exemplificou para os colegas mostrando os desenhos dos alunos: relógios atuais/ relógios antigos/ uso da pena, tinta / computadores. Os alunos participaram ativamente da aula proposta. Apresentei a eles o CD que acompanha o livro “Tudo é linguagem”, que contém um material riquíssimo sobre “contação de causos”, marcas da oralidade, entre outros.

Após a socialização do “Avançando”.e parodiando o colega Formador Fábio Gonçalves, apanhei uma caixa que havia trazido para a sala e estava a um canto lançando a seguinte pergunta: O que tenho na caixa? Saíram respostas inusitadas: “bicho”, “textos diversos”, “objetos de escola”, “brinquedos”, “coisas de Português”, até que alguém falou: “lembrancinhas”... Acertou!!!!! Havia trazido um cartãozinho em forma de aquarela decorada com balas e uma mensagem para homenageá-los pelo “Dia do Professor”, denominada ACORDAR.

Em seguida, solicitei aos Cursistas que se reunissem novamente em equipe para realizarmos a Oficina 1, p.169 do TP1. Depois da leitura e discussão dos pontos mais interessantes sobre o texto apresentado, foi feita a explanação sobre o mesmo através de um relator. A colega Rita disse que a linguagem do texto não surpreende no início, isso só acontece à medida que o texto evolui. Aparecem vários registros da língua e existe ainda o uso de muitos termos técnicos. A professora Isabela mostrou o carinho pela mãe, o valor dela é associado aos objetos. Cristina lembrou a preocupação da criança com a mãe quando relata sobre o barulho de que ela não gostava. A Professora Leila Maria falou sobre a mistura de linguagem, a influência da mídia e sobre as vozes que aparecem no texto. Mostrou ainda a crítica que o autor faz em relação à velocidade da mídia, principalmente em datas comemorativas, a pontuação empregada e que isso muitas vezes causa confusão na cabeça das pessoas, como na cabeça daquela criança. A colega Daltiva lembrou que essa velocidade de informação faz com as pessoas se esqueçam do real sentido das datas, que passam a valorizar somente o material. Os Cursistas falaram sobre a rapidez de pensamento da criança, que a mesma ainda não tem noção de valor (em relação ao fato dela esperar que receberia uma carteira cheia de dinheiro), as vozes que interferem no interlocutor – a criança não tem noção, mas utiliza as variantes de acordo com a necessidade dela. Finalizando, Leila Tupinambá achou o texto cansativo no início, ao final, descobriu o real valor do mesmo. Conclui as apresentações mostrando ao grupo a importância do planejamento, principalmente no que se refere à produção de texto, o quanto este texto chama nossa atenção para temas trabalhados em sala e os textos que são produzidos somente para atender expectativa do professor, e os textos que geralmente se perdem no conhecido “encher lingüiça”. Disse ainda aos colegas o quanto eles são capazes e participativos, além de discutirem, com muita seriedade e propriedade, todas as propostas de trabalho. Este grupo é realmente...ótimo!!!!

Nesse momento, graças ao nosso colega Sérgio Allan (denominado “apoio técnico do Gestar”, rsrsrsr) finalmente conseguimos assistir aos vídeos que havia selecionado para essa Oficina. Reunimos com o grupo de Matemática e pudemos apreciar uma mensagem que conheci através de meu filho Dhiogo, intitulada “Carta de Deus para você” Foi um momento ímpar: muitos se emocionaram porque fala diretamente ao nosso coração e todas as palavras são retiradas da Bíblia (vídeo em anexo nesta página). Em seguida, assistimos ao vídeo “Quem mexeu no meu queijo”, também de interesse dos dois grupos uma vez que o filme mexe com a metáfora e faz um questionamento a todos nós que participamos do Gestar. Demos o direcionamento aos dois grupos sobre “quem é o queijo?” “quem é o labirinto”? “Quem são os duendes?” “Quem são os ratinhos”? E retornamos à sala de Língua Portuguesa.

Já em nosso ambiente de trabalho, solicitei aos Professores que se dividissem em grupos e fizessem um texto associando o vídeo “Quem mexeu no meu queijo?” ao Gestar no gênero textual que quisessem. O grupo 1 traduziu o texto do filme em desenho, com o título muito sugestivo: “Espelho,espelho meu?” representando o mais acomodado, o que não quer nada. O labirinto foi representado por um espelho. À medida que anda, pergunta: -“O que eu quero?”; -“Quem mexeu em minhas coisas, meu material?” No entanto, quem vai atrás do que quer, o otimista, olha nesse espelho e vê sua própria imagem, consegue batalhar pelo que quer. O grupo 2, criou a “Torta F O F A ”, numa associação muito bem feita do Vídeo à dinâmica anterior. A equipe 3 criou a “Receita do Queigestar”, mostrando que tudo transporta para o dia-a-dia: Muitos querem o comodismo, outros, a mudança. A equipe 4 optou pelo poema “Queijo, queijo meu”!, mostrando que vale a pena tentar, ser otimista e lutar por seus objetivos. Trabalhos maravilhosos, postados nesta página.

Às 12h45min fomos convidados para o almoço. Não posso omitir um fato muito triste ocorrido nesse meio tempo. Como era um dia de festividade para a escola onde estávamos realizando o Gestar, havia alguns garotos do lado de fora que não pertenciam à escola (ficamos sabendo disso depois) e um deles cometeu a maldade de rabiscar bastante o capô do carro do nosso colega Eugênio (carro preto, novo, com apenas dois meses de uso). Foi uma cena muito ruim porque parece que acontece com a gente e realmente doeu muito em todos nós.

No período da tarde, iniciamos com a leitura do texto “O professor está sempre errado!”. Os colegas riram bastante do que ouviram. Alguns já conheciam o texto. Passamos neste momento ao estudo do TP1 – Unidades 3 e 4. Esclareço que é bom quando fazemos o estudo em sala porque sempre tem um colega que não dá conta de ler ou fazer todas as atividades sugeridas pelo livro. Divididos em 06 grupos, os colegas teriam que fazer o estudo das seções determinadas e escolher o “Avançando” que iriam aplicar durante a semana. Para ganharmos tempo, à medida que fossem terminando a atividade, solicitei que aproveitassem que já estavam agrupados e fizessem a Oficina 2, à p. 172/173. Os Cursistas aprovaram a ideia porque assim não perderiam tempo.

No momento da socialização, o grupo 1 relatou sobre “Afinal, o que é texto?”. Conceituou a palavra e ilustrou a fala apresentando o enunciador/interlocutor e mostrando que o locutor vai exercer influência sobre o interlocutor e o interlocutor sobre o texto. Falou também sobre a linguagem não-verbal que também transmite interação. O grupo 2, “por que trabalhar com textos?” frisou que não tem sentido trabalhar a gramática pura, e que “não se deve deixar solto”, ressaltando a importância do texto. Este sim, deve ser usado para se ensinar a ler, escrever e ouvir. Lembrou que muitos alunos não sabem repassar o que leram ou escreveram.O texto serve principalmente para desenvolver a criticidade no aluno, frisou. O grupo 3 apresentou o “Pacto de leitura”, mostrando as intenções do leitor vinculados ao interlocutor – conhecer o leitor, a linguagem, as gravuras. Em relação ao “Avançando” da p. 117, a equipe disse que não aplicariam em vista da dificuldade de recurso material da escola e alunos da zona rural. O grupo 4 trabalhou com o “Diálogo entre textos: a intertextualidade” – “Tudo o que a gente vivencia é um tipo de intertextualidade – nas artes faz a intertextualidade o tempo todo”.O “Avançando” da p. 136 foi muito bem recebido. O grupo 5, através das “várias formas de intertextualidades”, conceituou paráfrase e paródia, termos mais conhecidos e trabalhados e apresentou o pastiche (tipo menos conhecido). Conceituou e exemplificou a epígrafe, referência e a alusão. A equipe gostou muito da proposta do “Avançando”. Disse até que após o trabalho com o filme “Prova de Fogo”, alguns alunos não gostaram do final e até o questionaram. Agora será uma boa oportunidade de alteração, além de propiciar a atividade do TP. O grupo 6 finalizou as apresentações falando sobre o “Ponto de vista”. Mostrou principalmente a importância de saber se colocar no lugar do aluno, ver o social dele, observar que alguns se sobressaem mais, outros, não. O mesmo acontece com a fala. Exemplificou com a charge, p. 147. Depende muito do ângulo, de onde estiver, terá várias opiniões sobre o mesmo fato. Comparou o desenho com a discriminação da leitura.

Todos os “Avançando” foram apresentados e discutidos pelas equipes, que puderam assim, selecionar aquele que irá adequar-se à realidade de suas salas de aula.

Quanto à Oficina 2, todos leram o texto à p. 172. Solicitei que verificassem que outro(s) texto(s) poderia(m) ser apresentado(s) ao(s) aluno(s) relacionando-o(s) com o assunto das unidades 3 e 4 deste TP. Leram e discutiram entre eles, mas devido o avançado da hora não fizemos a socialização para o grupão.

Foi feita a avaliação da oficina e no geral, foi considerada muito produtiva. Uma colega achou extensa, mas completou dizendo que apesar disso, foi muito interessante.

Algumas visitas às escolas foram agendadas e estaremos postando no decorrer do mês.

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PLANEJAMENTO - OFICINA 1 – Unidades 1 e 2 – TP1

Turno: Matutino – 8h às 12h30min.

1) Mensagem inicial: Vídeo – Carta de Deus para você

2) Dinâmica da F O F A (Forças – Oportunidades – Fraquezas – Ameaças)

3) Socialização

4) Vídeo: “Quem mexeu no meu queijo?” –

5) Socialização

6) TP1 – Teorização / Língua Padrão

7) Discussão dialogada

8) “Avançando” – Socialização.

9) Questionamento: O que tenho na caixa????

10) Solicitação de relação nominal dos projetos e agendamento de visitas às escolas.

11) Oficina 1 – Estudo do texto – p. 169/ 170.

12) Socialização.

PLANEJAMENTO - OFICINA 2 – Unidades 3 e 4 – TP1 e AAA1

Turno: Vespertino – 13h30min às 17h

1) Texto: “O Professor está sempre errado” – Autor desconhecido.

2) Estudo do TP1 – Unidades 3 e 4:

· Divisão da turma em 06 grupos

· Grupo 1 – Seção 1 – p.98

· Grupo 2 – Seção 2 – p.106

· Grupo 3 – Seção 3 – p.114

· Grupo 4 – Seção 1 – p.134

· Grupo 5 – Seção 2 – p.139

· Grupo 6 – Seção 3 – p.145

3) Escolha de 01 “Avançando” ou atividade do AAA1 que será aplicado na turma do Cursista de acordo com o conteúdo que estiver desenvolvendo em sala de aula.

4) Socialização.

5) Oficina 2 – p.172 do TP2: Fazer o plano de uma atividade de leitura do texto, relacionando-o com o assunto da unidade trabalhada.

6) Socialização.

7) Avaliação da Oficina.

8) Tarefa-

· Aplicar o “Avançando” ou atividade do AAA1 selecionados;

· Trazer para próxima Oficina “Lição de casa” p.165

· Trazer relatório das Oficinas do dia 24/10/09.

Mensagem:

ACORDAR

Você sabe o que significa a palavra “ACORDAR”? Vamos fazer uma brincadeira e separar em sílabas a palavra acordar: A-COR-DAR.

Viu? Significa dar a cor, colocar o coração em tudo que se faz. Existem pessoas que acordam às seis da tarde. É isto mesmo! Pela manhã caem da cama, são jogadas da cama, mas passam o dia todo dormindo. Existem algumas que passam a vida toda e não conseguem A-COR-DAR.

Pó mais cinzento que possa ser o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele. Sabe por quê? Por que a vida tem exatamente a cor que a gente pinta.

Os dias são todos exclusivos. Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu. Ele está aí, frente a frente com você, esperando que você o pinte como um arco-íris e o transforme no melhor dia de sua vida.

Acredite em você, acredite em quem está fazendo parte de sua paisagem diária. Dê a você e aos outros a oportunidade de A-COR-DAR todos os dias e compartilhar a vida.

Que todas as horas que aqui vivemos, seja, ao final dessa reunião, uma linda aquarela, pintada a mais de cem mãos. (desconheço autor)

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Abaixo, fotos dos Cursistas nesta Oficina apresentando o trabalho com o filme "Quem mexeu no meu queijo?", além de "souvenirs" em homenagem ao Professor:

As Cursistas Rita, Daltiva e Isabela T. em momento "produção".

Apresentação da "Torta F O F A ".(Daltiva)

Apresentação do poema "Queijo, queijo meu!" (Fábio)

Apresentação da "Receita do Queigestar".(Rita Maia)

Representação do filme através do desenho: "Espelho, espelho meu"? (Cláudia).

"Souvenirs" em forma de aquarela com a mensagem _ACORDAR - oferecido aos Cursistas pela passagem do "Dia do professor".

Você sabe o que significa a palavra "Acordar? - A-COR-DAR- isso mesmo: dar a cor!"

Caixas: Presentes da Cursista Márcia para mim, feitas por ela mesma.

Um mimo, repletas de... chocolate!!!


31/10/2009

Vídeo: "Carta de Deus para você"


Mensagem com palavras retiradas da Bíblia-
Vale a pena assistir.
Confira!!!!!!!
Sheila.

RELATÓRIO OFICINA 10 –Unidades 19 e 20 TP5

Fizemos no dia 03/10/09, uma Oficina de 4h na E.M.Mestra Fininha. O encontro iniciou-se com uma dinâmica mostrando através de Origami alguns pontos que acontecem em nossa vida: altos e baixos; a casa – nosso porto seguro – o avião – o lazer de que necessitamos tanto e a faca que, metaforicamente, serve para cortar nossas mágoas, nosso dia que talvez não tenha sido bom. Ao final, todas as dobraduras resultam em uma cruz, simbolizando a presença forte de Deus em nossas vidas.

Após, fiz a entrega da autoavaliação para que os presentes fossem preenchendo e devolvendo à Formadora, enquanto aguardávamos a presença de um número maior de pessoas, uma vez que esta Oficina foi marcada para as 7h30min, atendendo sugestão da Coordenação.

Algum tempo depois e com os Cursistas já em sala, fizemos a divisão da Turma em 06 equipes para estudo das Unidades 19 e 20 do TP5. Em seguida, fizemos a socialização e todos puderam participar. Os grupos leram, discutiram e apresentaram através de um relator. A professora Cláudia representando o grupo 1 iniciou a fala mostrando que um texto não é só um amontoado de palavras- tem critérios que devem ser seguidos, principalmente observando adequação à situação sócio-comunicativa e os interlocutores. Mostrou ainda os mecanismos textuais onde os conectivos ou elementos fazem com que uma ideia vá entrelaçando com outra. Frisou a coesão com coerência – elemento lingüístico que estabelece unidade de sentido – o fator de textualidade juntamente com a coerência - organiza idéias, serve como elo para as cadeias coesivas. O grupo 2, através do Professor Sérgio Andrade, analisou mecanismos de coesão referencial – mostrou a ligação de elementos que estão dentro e fora do texto.A equipe encontrou aspectos positivos e negativos. Positivos: faz com que o aluno relacione facilmente elementos do cotidiano com o contexto trabalhado. Negativos: Mostrou que alunos mais novos não têm maturidade para trabalhar com a coesão referencial. Dando continuidade, a equipe 3 apresentou a progressão textual que tem como objetivo a “costura” existente entre palavras no texto. A Cursista Andréia falou sobre o uso dos conectivos e a seqüência dos fatos dentro do texto, que são percebidos nitidamente. A colega Rita recorreu ao poema “Show” para mostrar que nem sempre são necessários elementos coesivos para se entender um texto. A professora Isabella mostrou a realidade da sala de aula onde alguns alunos não sabem fazer o texto progredir e que sempre gosta de trabalhar primeiramente o texto e depois a gramática. A colega Djanine disse que muitas vezes a ideia é contrária à prática, e que nessa situação, prefere apresentar primeiramente a gramática, para depois recorrer ao texto.Ressaltamos neste momento a importância de trabalhar textos do gosto dos alunos e a importância de não usar o texto somente como pretexto para se trabalhar a gramática. A equipe 4 relatou a lógica e a temporalidade de um texto, através da colega Ivanete, que mostrou a importância da informação prévia para os alunos sobre o assunto que será trabalhado, ressaltando que este tem que ser algo do gosto deles. Disse ainda que o professor deve sempre instigar a sua turma e assim será mais fácil a possibilidade de gostar do texto e da gramática.A equipe 5 apresentou a negação.O colega Sérgio Allan analisou sentidos decorrentes da negação. A colega Leila Tupinambá falou sobre a dupla interpretação em construções mal elaboradas. Exemplificou com frases afirmativas e negativas e que às vezes, a negativa é usada como recurso da língua. Mostrou que esta é usada propositalmente nos gêneros literários mas que em textos objetivos, não é recomendável. Aproveitamos este momento para lembrar os anúncios publicitários que recorrem muito à negação como forma de atrair clientes. Finalizando as apresentações, a equipe 6 falou sobre os significados implícitos no texto, através do colega José Aparecido. Este mostrou que as relações lógicas desrespeitadas provocam, muitas vezes, o humor. A Cursista Márcia salientou a importância dos alunos terem conhecimento e aplicação da coerência e coesão, visto que eles têm dificuldades e que, para que saiam do “texto circular”, têm que ter primeiramente conhecimento de mundo. Também falou sobre o texto “Show”, que tem vários significados implícitos. A Colega Djanine lembrou a prova do PEP que trouxe a seguinte questão: “João parou de beber” e que causou muitas dúvidas nos alunos exatamente por faltar esse conhecimento de mundo a que se referia a colega Márcia. Quanto aos aspectos positivos, a relatora ratificou a importância do professor estar sempre estudando e que a oficina proporciona a retomada dos conhecimentos acadêmicos, além da preparação de aulas para os alunos. Pontos negativos, disse não ter encontrado nenhum. O professor é que deve adequar atividades à sua turma e, como considerações finais, ressaltou que qualquer profissional deve ter o domínio do conteúdo a ser apresentado aos alunos e o TP favorece muito bem isso.

Em seguida, passamos à Socialização do “Avançando”. Dos 25 Cursistas presentes, apenas 02 aplicaram a atividade. Alegaram excesso de atividades escolares como fim de etapa, semana de avaliações e culminância de projetos. A Professora Márcia aplicou a dinâmica do “palavra-puxa-palavra”, finalizando com produção de texto e a Cursista Kênia trabalhou o “Avançando” das p.162/163. Relatou que os alunos gostaram muito da atividade.

Dando continuidade, fomos para a sala vizinha e nos unimos ao grupo de Matemática para que, juntos, assistíssemos aos vídeos: “Ler devia ser proibido” e “Pleonasmo”.Todos ficaram satisfeitos com o que assistiram e concordaram plenamente que “ler deixa as pessoas mais humanizadas”.

Retornando para a nossa sala, disse aos Cursistas que o vídeo sobre “Pleonasmo” estava relacionado à p. 156 do TP5. Finalizamos a Oficina com a leitura da p.257 a 259 do referido livro e AAA5 p.117. Divididos em equipe, solicitei a eles que fizessem a atividade proposta.

Concluímos a Oficina através de uma avaliação escrita: O que eu trouxe? O que eu levo?

Pelos relatos, verifiquei que foi muito positiva.

Para nosso próximo encontro solicitei que trouxessem TP1 e AAA1 para Oficina de 8h.

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PLANEJAMENTO OFICINA 10 – GESTAR II

UNIDADES - 19 e 20 - TP5 – 03/09/09.

1) Mensagem inicial: Dinâmica finalizada com a Cruz.

2) Teorização do TP5 / Discussão compartilhada –

3) Unidades 19 e 20 – Divisão da turma em 6 equipes / Estudo das Seções.

4) Socialização.

5) Entrega de material impresso: texto: Coerência e Coesão: questão de gênero – Rosilene dos Anjos.

6) “Avançando na Prática” – Socialização dos trabalhos ministrados em sala de aula pelos Professores-Cursistas.

7) Oficina 10 – TP5 – p. 257 a 259 e AAA5 – p. 117

8) Socialização.

9) Avaliação da Oficina:

· O que eu trouxe?

· O que eu levo?

10) Autoavaliação – Finalização da 1ª etapa GESTAR II –

11) Vídeo: “Ler devia ser proibido”

12) Vídeo: “Pleonasmo” (relacionado à p. 156 do TP5).

13) Tarefas:

· Trazer o “Lição de casa” 2 (Final da TP5)

· Estudar o TP1 (Linguagem e Cultura) – Unidades 1 e 2.

· Escolher 01 “Avançando” e aplicar ou aplicar uma atividade do AAA1;

· Trazer relatório oficina do dia 03/10/09.

19/10/2009

RELATÓRIO OFICINA 9 – Unidades 17 e 18 – TP5

Acreditar que podemos segurar forte na corda que nos une a Deus e ter a certeza de que é Ele quem nos liberta das tribulações da vida.

Com essa reflexão, iniciamos a manhã com mais uma Oficina do GESTAR II, através da audição de CD com a mensagem intitulada ”O Alpinista”.

Após esse momento, retomamos a Oficina 8 do TP4, conforme combinação feita com os Cursistas em Oficina anterior.No momento da socialização, muitos colegas opinaram sobre as imagens, além da apresentação de vários textos criativos. A Professora Djanine disse se tratar de muitos pontos de vista, dentre eles a ideia de que pessoas comuns podem tornar "um profissional do futuro". A Cursista Ivanete lembrou que a imagem simboliza o sonho de criança e que às vezes ela se pode até se desviar dele por falta de oportunidade. A colega Ruth ressaltou que apesar da diversidade, a imagem mostra crianças bem cuidadas e que infelizmente não tem a figura do professor.Cláudia frisou a diversidade étnica na sociedade: aparência física não determina profissão, ela deve acontecer “de dentro para fora”. Achou interessante o trabalho uma vez que leva o aluno a despertar para alguma profissão. O professor, na verdade, só orienta. O Professor Eugênio recordou de panfletos da UFMG que mostram as perspectivas de 5 ou 6 cursos diferentes, sugerindo como material bom de levar para a sala de aula.

Dando continuidade, passamos à Teorização do TP5, propriamente dito, unidades 17 e 18. Foi uma discussão compartilhada e muito interessante. Falamos sobre a coerência nos textos de nossos alunos em que alguns, ainda por desconhecimento, fazem “textos circulares”, ou seja, as ideias não progridem e não existem nexo entre elas. Percebi que os nossos Cursistas desenvolvem em suas salas de aula, um trabalho muito sério envolvendo a Coerência e Coesão.Foi falado sobre a proposta de trabalho do professor que deve ser sempre muito clara, tanto para ele mesmo, como para o seu aluno.Várias sugestões foram dadas pelos Cursistas, que praticaram em sala de aula, ou que foram lembrando a partir de nossa conversa, dentre elas: Música – “Burguesinha”; “Mina do condomínio” de seu Jorge; “LoirinhaParalamas; poema “Amor e medo” de Casimiro de Abreu – texto metafórico – trabalha com a fantasia das palavras; Texto: O ministro Gil e a Monalisa (O Colega Eugênio disse ter feito uma adaptação e que ficou muito bom).

Como já estávamos socializando atividades, solicitei que um ou dois professores relatassem o “Avançando” realizado com os alunos: A Colega Kênia trabalhou a p. 93 aliada às p. 97/98. Ficou encantada com a receptividade e com o resultado obtido: Pode, inclusive, trabalhar ideias do senso comum.A Colega Leila Maria trabalhou com Ficha de leitura do livro já solicitado anteriormente”Os miseráveis”. Percebeu que os alunos não tinham lido o livro, que havia faltado coerência nos textos. Aproveitou então atividade sugerida pelo TP e os levou a pesquisar o conceito da palavra “coerência”. Conseguiram, a partir daí, formular exemplos.A professora então aproveitou que o livro traz imagens nas primeiras páginas tirou cópias e propôs aos alunos que fizessem a montagem do quebra-cabeça. Com isso, ela jogou o conceito de coerência nos texto. Ficou muito feliz com o resultado uma vez que os alunos visualizaram o concreto e o livro é sempre atual pois fala da miséria humana e pode ser feito um paralelo de quem são os miseráveis atuais, além de trabalhar um clássico da literatura.

Realizei com os presentes uma dinâmica relacionada ao “Avançando” – p. 40-41: “Palavra-puxa-palavra”: Após o meu pedido, teriam que falar para eu anotar, palavras que lembrassem “coisas grandes”, “pequenas”, palavras “verdes”, tristes”, “alegres”, “magras”, gordas”, entre tantas outras. Surgiram vários exemplos como: formiga, avião, alface, esperança, saudade, macarrão, baleia... Todos gostaram bastante. Disse a eles que geralmente concluo esta atividade com a escolha pelos alunos das palavras que mais chamaram atenção e a escrita de uma produção de texto. Em seguida, apresentei a eles a “Sarita”, p. 23 do AAA5, à minha maneira, fazendo, inclusive, as perguntas iniciais como sugere o livro.Disse a eles que havia trabalhado com os meus alunos e que tinham gostado muito.Após leitura “puxando” pelo “s”, lancei o desafio: Quem conseguiria ler mais rápido do que eu? Fiz a leitura e foi uma graça geral, uns até perguntaram quanto tempo eu havia treinado. Pode?!?!? rsrsrsrs.. Após, fiz a entrega de uma cópia de texto que relembrava a minha infância e que encaixou perfeitamente dentro do que estávamos trabalhando: “ Farofa do FFFFF”, para complementar a atividade “Brincando com sons”, mais uma ideia aprovada pelos nossos Cursistas para ser repassada ao alunado.

Em seguida, passamos à Oficina 9 – Dividi a turma em 5 equipes. Levei vários anúncios publicitários retirados do livro "A palavra é sua", de Luft & Maria Helena, 8ª série. Cada grupo deveria fazer análise dos mesmos. Assim:

  • Discutir em detalhes como a coerência textual é construída a partir da articulação entre informações do texto e experiências prévias que os leitores têm a respeito do assunto;
  • Analisar material recebido;
  • Fazer a atividade proposta p 255 do TP5;
  • Afixar em cartaz à medida que fossem apresentando - registro em tarjas;

Saíram trabalhos grandiosos onde, através de um relator, as equipes expuseram suas conclusões: A Colega Cláudia mostrou a coerência no anúncio para o sentido no texto, além dos conhecimentos prévios:”Relógio de brasileiro” – a união da linguagem verbal à ideia de relógio – o tempo dos brasileiros – A Cursita Leila Tupinambá ressaltou o uso da linguagem verbal e imagem: “Placas de trânsito” – Numa primeira leitura todos pensam se tratar realmente de placas de trânsito, ao fazer a leitura, verifica-se que se traduz exatamente naquilo que alguns brasileiros fazem nas ruas, ou seja, tudo ao contrário. A Colega Mônica mostrou a propaganda que faz um trocadilho com as palavras surto / susto – epidemia / ratos – Frisou a importância do conhecimento prévio e a relação entre desenho e doença. A professora Leila Maria explicou a propaganda sobre doação de órgãos em que aparece a frase “Doe montanhas” - mostrou que desta forma tornou-se muito mais criativo do que se dissesse: "doe órgãos". Sentiu apenas a fonte não estar legível, o que dificultou ou deu dupla interpretação para a propaganda.Finalizando, o colega José Aparecido mostrou a propaganda sobre a evolução dos macacos e quem fura fila: disse que infelizmente a evolução do homem está aquém da desejada – “os macacos desenvolveram, os homens, não”. Lembramos uma propaganda que passa atualmente na TV e que mostra uma moça “furando fila”. Ali, é considerada uma coisa absurda, então é lançada a pergunta: “Se você fica espantado com essa atitude, o que dizer de quem ultrapassa nas estradas?” Todas as equipes foram aplaudidas e pude verificar que o objetivo proposto havia sido alcançado.

Solicitei então que preenchessem a avaliação da Oficina para verificarmos se estamos no caminho certo ou o que necessita ser mudado.

Como tarefa, orientei o estudo das unidades 19 e 20 do TP5, escolher 01 “Avançando” e aplicar. Fazer a “Lição de casa” 2 (Final do TP5), além de trazer o relatório desta Oficina no próximo encontro.

Fiz neste momento a preparação para as próximas unidades do TP5, questionando aos professores:
Ø Para que usamos a linguagem?
Ø Entre as situações para as quais usamos a linguagem será que a de convencer o outro é importante?
Ø Gostamos quando obtemos a reação esperada às nossas ideias? Como costumamos fazer isso?

Finalizamos a Oficina com a sensação de dever cumprido!!

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Complemento de atividade do AAA5 - Brincando com sons -
Profª Formadora: Sheila Revert

TEXTO:

Farofa do FFFFF

Um cearense, chegando ao Rio de Janeiro, entrou no restaurante para almoçar.
Ao falar, suas palavras começavam pela letra "F". E assim foi o seu diálogo com a garçonete:
_ Faça o favor.
_ Que deseja o senhor?
_ Fineza fazer frango frito.
_ Com quê?
_ Farinha, feijão e farofa.
_ Aceita pão, meu senhor?
_ Faça fatias.
A essa altura, a garçonete já estava indgnada, mas voltou a falar:
_ Mais alguma coisa?
_ Filé e fígado.
Terminado o almoço, a garçonete pergunta:
_ O café está bom?
Frio e fraco.
Como o senhor gosta?
_ Forte e fervido.
_ De onde o senhor é?
_ Fortaleza.
_ Como é o seu nome?
_ Fernando Fagundes Ferreira.
_ O que o senhor foi na vida?
_ Fui ferreiro.
_ Deixou o emprego?
_ Fui forçado.
_ Por quê?
_ Faltou ferro.
_ O que fabricava?
_ Ferrolho, ferradura, fechadura e ferragens.
_ Se o senhor disser mais seis palavras com a letra "F" não paga.
_ Foi formidável: ficando fiado, fico freguês.

Jair Antonio Hodas
Jornal de Integração do Banco Mercantil de São Paulo, out. 1984.
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PLANEJAMENTO OFICINA 9 – GESTAR II

UNIDADES - 17 e 18 - TP5

1) Mensagem inicial: O Alpinista.

2) Retomada da oficina anterior – Oficina 8 – (relacionada à TP4 – p.220)

3) Socialização

4) Teorização da TP5 / Discussão compartilhada

Unidade 17 – Estilística

Unidade 18 – Coerência textual

5) “Avançando na Prática” – Socialização dos trabalhos ministrados em sala de aula pelos Professores-Cursistas

6) Dinâmica relacionada ao “Avançando” – p. 40 - 41: “Palavra-puxa-palavra”.

7) Texto “Sarita” p.23 – AAA5 – Leitura e desafio.

8) Oficina 9- Divisão da turma em equipes –Proposta de atividade - TP5 – p.254

9) Socialização –

10) Preparação para as próximas unidades através de tarjas:

* Para que usamos a linguagem?

* Entre as situações para as quais usamos a linguagem, será que a de convencer o outro é importante?

* Gostamos quando obtemos a reação esperada às nossas ideias? Como costumamos fazer isso?

* Avaliação.

* Tarefa – Estudo das Unidades 19 e 20 – TP5

* Escolher 01 “Avançando” e aplicar;

* Fazer a “Lição de casa” 2 (Final da TPS)

* Trazer relatório Oficina do dia 26/09/09.


Fina!